quinta-feira, 15 de março de 2012

Dar sangue

Como não sabemos o dia de amanhã, vamos todos responder ao apelo do Instituto Português do Sangue, que "vai dar início a algumas campanhas de promoção da dádiva de sangue, na tentativa de estabilizar essa mesma dádiva e de poder manter os níveis necessários para que haja um suprimento constante de sangue para todos os doentes que dele necessitam", disse Hélder Trindade. O responsável admitiu que "este ano houve uma quebra de entre 15 e 20 por cento no número de colheitas". "Não há propriamente a necessidade de fazer grandes colheitas, é preciso é haver colheitas regulares (...) A dádiva de sangue -- é esse o apelo que eu faço -- é preciso é que seja regular", sublinhou. Outro dos objetivos desta campanha de sensibilização é criar um novo perfil de dador, o dador jovem que, na maior parte dos casos, "não dá sangue porque é saudável" e não lhe ocorre que poderá vir a precisar. "Se nós não estivermos hoje a semear nos jovens essa vontade de dar sangue, é quase seguro que, por envelhecimento da população, vamos ter problemas no futuro", vaticinou Hélder Trindade.

Sem comentários:

Enviar um comentário