Como não sabemos o dia de amanhã, vamos todos responder ao apelo do Instituto Português do Sangue, que "vai dar início a algumas campanhas de promoção da dádiva de sangue, na
tentativa de estabilizar essa mesma dádiva e de poder manter os níveis
necessários para que haja um suprimento constante de sangue para todos
os doentes que dele necessitam", disse Hélder Trindade. O responsável admitiu que "este ano houve uma quebra de entre 15 e 20 por cento no número de colheitas". "Não há propriamente a necessidade de fazer grandes colheitas, é preciso é
haver colheitas regulares (...) A dádiva de sangue -- é esse o apelo
que eu faço -- é preciso é que seja regular", sublinhou. Outro dos objetivos desta campanha de sensibilização é criar um novo
perfil de dador, o dador jovem que, na maior parte dos casos, "não dá
sangue porque é saudável" e não lhe ocorre que poderá vir a precisar. "Se nós não estivermos hoje a semear nos jovens essa vontade de dar
sangue, é quase seguro que, por envelhecimento da população, vamos ter
problemas no futuro", vaticinou Hélder Trindade.
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